Para quem assistiu ao filme O que é isso companheiro?, com certeza já ouvio sobre o caso de um seqüestro de um embaixador americano, cujos protagonistas foram militantes da esquerda brasileira. Tal acontecimento se deu em 1969 para salvar a vida de alguns líderes da esquerda os quais se encontravam presos e sofrendo todo tipo de torturas. Entre eles encontravam-se Vladimir Palmeira, José Dirceu e Gregório Bezerra. O seqüestro do embaixador foi, também, uma das formas que a esquerda usou para chamar a atenção dos horrores praticados pela ditadura instalada em 1964, além de tentar salvar os presos políticos. Dentre os heróis dessa façanha, encontra-se o jornalista Franklin Martins, atual ministro das comunicações, além de Fernando Gabeira, nome, cujo diretor, Silvio Da-rin, resolveu excluir da lista, o que gerou diversas criticas.
Você pode saber mais sobre esse episódio assistindo ao documentário HERCULES 56, do cineasta Silvio Da-rin. Tive a oportunidade de assistir a esse filme através do Canal Brasil e recomendo que façam o mesmo. Acredito que será reprisado . Infelizmente grande parte das pessoas só tem acesso a referida emissora se possuir TV por assinatura. Com certeza, vale à pena conferir.
Veja o trailer a seguir e confira o filme, na primeira oportunidade que tiver.
A chamada educação a distância (EAD) é uma realidade não somente no Brasil, mas em vários países. Grande parte dos cursos situa-se nas licenciaturas echamam a atenção de varias pessoas, especialmente aquelas que se encontram na faixa etária de 30 a 40 anos.
Apesar do seu crescimento, os cursos a distância têm gerado bastante ansiedade, preocupações e polêmicas, de modo que tem sido alvo de preconceitos por parte de instituições de ensinosuperior que não aderirama essa modalidade, bem como, por parte de profissionais que fizeram seus devidos cursos na modalidade presencial.
Percebe-se, lamentavelmente, que lideranças de áreas específicas não têm visto na modalidade EAD algo de qualidade. Muito pelo contrário, há rumores até mesmo de se tentar das várias formas possíveis à desqualificação dos cursos a distância e, conseqüentemente, seus respectivos profissionais que se formam ou em processo de formação nessa modalidade.
Assim como os presenciais, os cursos à distância passam pelo mesmo processo de autorização e de avaliação, de modo que são exigidas titulação, condições materiais e produção acadêmica. Portanto, não é de forma aleatória que se cria um curso dessa natureza. É evidente que, assim como acontece como o ensino presencial, é necessário muito cuidado por parte das pessoas que procuram os cursos em EAD. Isto porque existem instituições sérias e aquelas que só visam o lucro, em detrimento da qualidade.
É importante que se verifique a procedência das instituições e de seus respectivos cursos oferecidos. Nesse sentido, quem deseja se matricular em cursos de EAD deve procurar se informar sobre a instituição que oferece, como será realizado o curso e qual sua situação perante os órgãos responsáveis pelo credenciamento e, conseqüentemente, autorização e, posteriormente, o reconhecimento do curso. No caso, nos referimos ao Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, Secretaria de Educação a Distância – SEED, Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância.
Vê-se, portanto, que a Educação a distância não acontece de forma ilegal nem tampouco irresponsável. Para o seu credenciamento e funcionamento é necessário atender aos critérios estabelecidos pelos órgãos competentes.
O fato de se ter preconceitos em relação a EAD pode ser explicado como um processo natural, até mesmo pelo fato ser uma modalidade recente, o que provoca certo receio por parte de instituições e profissionais que não conhecem ou que não se afeiçoam com a modalidade do ensino a distância. Todavia, passa a ser preocupante quando o tom ou discurso dos que se opõem a essa modalidade de ensino se mostram ideológico e permeado de rancor e de intransigência. Evidente que isso não contribui para o crescimento e melhoria da educação de modo geral.
A realidade tem demonstrado a qualidade do Ensino a distância em vários aspectos. Segundo matéria publicada no Jornal o Estadão, em 21-04-08, os alunos de EAD têm se destacado mais em relação aos alunos presenciais. Conforme matéria,
Apesar de ainda ser visto com certas dúvidas, avaliações do sistema têm mostrado bons resultados. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao MEC, mostrou que estudantes a distância se saíram melhor do que alunos presenciais em 7 de 13 graduações avaliadas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), incluindo Administração, Biologia, Ciências Sociais e Física. Nos outros 6 cursos, entre eles Ciências Contábeis, História e Geografia, as notas dos grupos são semelhantes.
Tais dados são, sem dúvida, esclarecedores no que tange a questão do ensino a distância no país. É preciso considerar que, conforme acontece como o ensino presencial, a EAD tem também suas limitações e, portanto, carece de aprimoramento. Mas, é necessário que as pessoas estejam abertas para a discussão e para a novas oportunidades que se apresentam com esse tipo de ensino. Quanto à qualidade, cabe a sociedade fiscalizar e participar exigindo as condições necessárias para uma educação cada vez mais coerente e condizente com as necessidades da maioria da população.
Para maiores informações acerca da educação a distância, recomendo o sítio a seguir, do Ministerio da Educação:
Esse é um excelente filme para refletir sobre as cadeias de Fast Food. Vale à pena conferir para em seguida estabelecer suas considerações.
Sinopse
Adaptação do livro homônimo de Eric Schlosser, o filme fala sobre os riscos à saúde da população e ao meio ambiente que a indústria do fast-food provoca. Após descobrir que a carne usada para fazer o hambúrguer, servido em seu estabelecimento, está contaminada, Don Henderson (Greg Kinnear), executivo da maior rede de fast-foods dos EUA, faz uma jornada à origem dos alimentos servidos em restaurantes como o dele e descobre fatos nada agradáveis.
Em pleno século XXI ainda convivemos com trabalho escravo.Essa é uma forma de escravidão que, em geral, tem passado despercebida pela maioria das pessoas. Isto quando não há conivência de uma parcela da sociedade a qual muitas vezes tem se beneficiado dessa forma de relação de trabalho.
Veja o vídeo sobre trabalho escravo. Para saber mais veja, também, o post trabalho escravo, no blog olhar critico.
O pensador alemão Karl Marx (1818-1883) apresenta uma abordagem sociológica voltada para as relações estabelecidas em torno do trabalho. Isto é, a base da sociedade e das relações sociais é o trabalho.
Marx é um crítico contundente do capitalismo e suas idéias influenciaram não somente as ciências sociais, mas o mundo político, cultural, social e econômico. Para esse teórico os homens, para viverem, necessitam de alimentos, vestuários, lazer e cultura. É por meio das relações com a natureza, isto é, transformando a natureza a partir do trabalho, que se constrói uma sociedade.
Na concepção de Marx as condições materiais de produção determinam a consciência dos homens. O autor se contrapõe ao idealismo do seu mestre Hegel. Todavia, Marx considera a dialética a metodologia central para a análise da sociedade, especialmente a capitalista.
Os principais conceitos utilizados por Marx são: mercadoria, mais-valia, alienação, ideologia e classes sociais.
A sociedade é, na verdade, um grande mercado onde as pessoas estabelecem suas diversas relações. Marx demonstra, por meio desse conceito, que, na sociedade capitalista, a mercadoria esconde a exploração que acontece no decorrer da sua produção.
A partir do conceito anterior, Marx também chega a outro: a mais-valia, que significa o tempo de trabalho não pago por parte do capitalista ao trabalhador. Esse clássico aponta o cerne do capitalismo com a idéia de mais-valia, a qual pode ser relativa e absoluta.
A relativa se dá quando o trabalhador que precisa de oito horas para realizar sua produção, na verdade, parte do seu trabalho fica em poder do capitalista, dono dos meios de produção, uma vez que aquele não tem máquina nem a fábrica. Resta, portanto, vender a única coisa que possui: a força de trabalho.
A mais-valia absoluta se dá quando o trabalhador despende mais energia para realizar sua produção, todavia, continua com o mesmo salário. Em outros termos, significa que o trabalhador poder trabalhar mais horas do que o normal, bem como, ser obrigado a produzir muito mais no mesmo tempo de trabalho. Os filmesA classe operária vai ao paraíso eTempos modernos, são bastantes significativos para demonstrar essa idéia de mais-valia na sociedade industrial capitalista.
Com o conceito de mais-valia e com sua analise das relações sociais de produção, Marx demonstra ser à força de trabalho uma mercadoria, pois esta pode ser comercializada. Acontece que, no capitalismo, a mão-de-obra do trabalhador é a mais barata possível, o que garante o lucro máximo do capitalista.
Quanto ao conceito de alienação, Marx chama-nos à atenção para o fato de o trabalhador não possuir meios de produção: máquinas, fábrica, o que o obriga a vender sua força de trabalho, transformando-o em mercadoria. Nesse caso, o trabalhador é alienado economicamente, pois está alheio, isto é, fora da condição de capitalista, de dono. A alienação é também política, social e cultural, tendo em vista o fato de o trabalhador ficar alheio as condições e a realidade em que se encontra, o que o leva a pensar somente no trabalho para sobreviver.
A ideologia significa uma concepção ou percepção de mundo que orienta as ações dos indivíduos na sociedade. No capitalismo a ideologia acontece por meio do trabalho, da comunicação, da escola, especialmente, o que Louis Althusser chama de aparelhos ideológicos de Estado.
O pensamento complexo é uma forma de pensar, analisar e agir na sociedade a partir da idéia de complexidade. Esse termo não significa aquilo que é muito complicado e, portanto, não deve ser levado muito a serio tendo em vista que nunca se entenderá mesmo. O termo complexidade vem de complexus e significa a totalidade, isto é, aquilo que é formado por um todo global, de modo que não podemos compreender algo se separarmos do seu conjunto. Mas, para compreender esse tipo de pensamento, precisamos nos voltar as diversas formas pelas quais o ser humano construiu para compreender a sociedade.
Ao longo do tempo os homens buscaram compreender o mundo que os rodeiam.Essa ânsia tem sido cada vez maior a partir do momento em que se percebe a necessidade de viver melhor. A forma racional de refletir sobre o mundo a nossa volta vem, portanto, de muitos anos atrás.
Mas foi com as grandes revoluções, como a industrial e a francesa, que surgiram novas necessidades de compreensão da vida, dos problemas e, também, a tentativa de compreender como as coisas funcionam para poder controlar, planejar e galgar novos passos rumo ao progresso e a felicidade.
É nesse contexto que surgiram as chamadas Ciências Sociais, tendo como primeira forma o positivismo, cujo pensamento e metodologia de estudo da sociedade se baseia nas idéias de Descartes e no evolucionismo de Darwin. Com isso, nasce uma Sociologia Positivista baseada na idéia de linearidade e de ordem.
O pensamento positivista influencia significativamente no desenvolvimento das sociedades modernas, especialmente com a industrialização e, por sua vez, a racionalidade como parte fundamental para o progresso da humanidade.
As idéias positivistas, fundadas por Augusto Comte, logo se espalham pelo mundo moderno e contribuem para o surgimento de uma sociedade cientifica e tecnológica a serviço do Capitalismo, cujo principio é o lucro máximo. A partir de então, parecia que o mundo, finalmente, ficaria melhor, de modo que todas as pessoas alcançariam a felicidade, especialmente em função do capital e dos bens matérias.
Essa era a lógica da sociedade moderna, cujos fundamentos estavam no Positivismo e, em seguida, no pensamento funcionalista e sistêmico. O funcionalismo tem como principal teórico o pensador francês Durkheim, também clássico da Sociologia. A idéia desse teórico é que a sociedade é um todo orgânico, de modo que as partes são interdependentes, assim como acontece no organismo biológico. durkheim influencia vários teóricos, entre eles, Parsons com sua abordagem
O pensamento sistêmico, por sua vez, tem como principal representante, o americano Talcott Parsons. Sua idéia é que a sociedade moderna funciona como um grande sistema formado por vários subsistemas. No caso, a sociedade é um todo sistema e que necessita de vários subsistemas para o seu funcionamento e reprodução. Tal pensamento alimentou o desenvolvimento da sociedade industrial capitalista e tem sido bastante utilizado pelo segmento do empresariado capitalista.
A abordagem sistêmica de Parsons tem servido muito mais na ótica do produção capitalista, cujos trabalhadores são vistos como partes do sistema, assim, devem adaptarem-se aquele e, conseqüentemente, contribuir para o desenvolvimento da sociedade.
Por sua vez, a teoria da complexidade nasce a partir dos pensamentos linear e sistêmico. Pode-se afirmar que a abordagem complexa contém o pensamento sistêmico, bem como, a dialética.
O principal teórico da complexidade é Edgard Morin (1920). As suas idéias de complexidade parte da percepção de que a sociedade moderna, mais especificamente, com o avanço da tecnologia e dos sistemas de informação, tem trazido uma dinâmica crescente e exigido novas formas de compreensão do mundo que não fosse pautado na linearidade (reducionismo), nem tampouco simplesmente no holismo, mas sim na totalidade.
A complexidade nega a linearidade, que se traduz no reducionismo e, portanto, no determinismo. Também, embora a idéia de sistema seja importante, não se deve reduzi-lo a idéia de produção, conforme tem acontecido no meio empresarial e industrial.
Para o pensamento complexo deve-se considerar que tudo faz parte de um sistema complexo em constante interação e nos dá a idéia do todo dinâmico. Veja que a complexidade considera sim os sistemas, todavia, não se resume à ótica positivista e reducionista da sociedade industrial.
Para Morin, a complexidade está presente nas diversas relações sociais, bem como, nas instituições e organizações, mas não holisticamente e sim, considera queo todo é maior e menor ao mesmo tempo que a soma das partes, isto é, complexo. A complexidade considera a idéia de transacionalidade, o que significa a noção de um conjunto dinâmico com todas as suas contradições possíveis.
A importância do pensamento complexo está em não se prender a modelos para se compreender as realidades as quais estão em constantes mudanças. Nesse sentido, para atuar na sociedade e saber lidar com as diversas situações, cabe a idéia de complexidade, quando não reduzimos essa noção a uma posição meramente sistêmica em favor da ordem vigente. Melhor dizendo, a teoria da complexidade surge pela necessidade de uma sociedade cuja dinâmica favorece varias situações. Nas ciências sociais, a complexidade tem sua utilidade, não como modismo, mas sim como uma visão flexível para se analisar os fenômenos sociais.
Max Weber (1864-1920), um dos clássicos da sociologia, defende que os fenômenos sociais devem ser analisados a partir do individuo. Sua proposta teórica e metodológica se opõe ao positivismo de Augusto Comte.
Na sua compreensão, estudar os diversos aspectos da sociedade somente a partir da perspectiva teórica positivista não é suficiente para compreender por que as coisas acontecem e quais suas conseqüências . Isto é, esse teórico clássico busca uma leitura do que acontece na sociedade a partir das relações sociais estabelecidas entre os indivíduos.
Em outros termos,Weber propõe uma interpretação da realidade a partir do motivo ou sentido que os indivíduos dão as suas ações. Significa, portanto, considerar que, em geral, só existe algo na sociedade quando os indivíduos se organizam e dão sentido para que aconteça.
Podemos afirmar também que a proposta metodológica de Weber é compreensiva, tendo em vista que ele não prioriza aquilo que é geral, ou seja, o que está na maioria e, portanto, é suficiente para saber as causas dos fenômenos sociais.
Na verdade, Weber prioriza a subjetividade, isto é, o que é não aparece aos nossos olhos, mas pode ser percebido quando o pesquisador se aproxima com o foco nos motivos das ações dos indivíduos.
Ação Social para esse clássico é todo tipo de ação que envolve alguma orientação baseada no outro. Nesse caso, significa considerar que no nosso dia-a-dia em geral agimos a partir do que o outro pode fazer, pensar ou reagir.
A teoria weberiana favorece um olhar critico e interpretativo da realidade, de modo que não se contenta somente com o que pode ser mensurado, experimentado, mas, principalmente, busca entender por que motivo os indivíduos agem e provocam situações diversas.
Na perspectiva weberiana é possível compreender determinados fenômenos sociais relacionados à religião, a economia, a política, entre outros, tendo um olhar compreensivo a partir da subjetividade. Com essa postura, Weber prioriza uma metodologia qualitativa, tendo como foco o individuo e suas ações sociais, em vez de supervalorizar a sociedade, conforme defende Durkheim.
Você deve está se perguntando, ao ler esse texto, mas, por que será que esse teórico pensa dessa forma? Qual a diferença básica entre ele e o Durkheim e os positivistas?
Bem, a diferença está em priorizar o individuo na análise sociológica. Significa que Weber propõe um caminho totalmente contrário ao proposto por Comte e Durkheim. Com isso, as pesquisas sociais podem ser realizadas de forma mais humana, uma vez que percebe nos indivíduos a capacidade de agir conscientemente no mundo.
Na pratica do sociólogo ou do Assistente Social, pedagogo e demais profissionais que atuam com as ciências sociais, a perspectiva teórica e metodológica de Weber abre um novo caminho para se analisar os diversos problemas e situações em que envolvem as pessoas.
Para atuar numa determinada realidade como, por exemplo, vandalismo, Weber nos fornece um olhar interpretativo de modo a buscar compreender quais os motivos que levam a pratica do vandalismo.
Sua resposta não vai ser encontrada simplesmente perguntando por que ou por qual motivo fulano cometeu tal ato de vandalismo, mas sim, r lança um olhar sobre os diversos sentidos que possam se apresentar na sociedade sobre o ato. Para saber mais precisamente a causa do fenômeno vandalismo o olhar sociológico do pesquisador deve ser o mais profundo possível a partir de aspectos diversos: cultural, social, econômico, político, ideológico, entre outros.
Para ser mais preciso na pesquisa social, a partir da metodologia weberiana, é necessário traçar mentalmente uma tipologia do fenômeno. Assim, Weber chama de tipo ideal a construção mental baseada no que se apresenta na sociedade de forma objetiva. Ou seja, para saber o que é vandalismo deve se levar em conta o que se apresenta geralmente nos diversos lugares e que se caracterizam como tal. Em seguida, lança-se um olhar interpretativo fundamentado nos significados das ações.
Quando weber percebeu o crescimento do Capitalismo na sociedade Ocidental, considerou os seus diversos aspectos e características a partir do comportamento religioso, mais especificamente dos protestantes. Esse teórico procurou saber se havia alguma relação entre protestantismo e capitalismo, mais precisamente, procurou identificar se as ações dos indivíduos protestantes, baseadas nos ensinamentos de sua igreja, tinha alguma relação com o desenvolvimento do capitalismo nas sociedades ocidentais.
Assim, Weber concluiu que o desenvolvimento do capitalismo apresenta uma estreita relação com o protestantismo tendo em vista que as ações dos protestantes são pautadas no que é considerado correto, conforme os ensinamentos religiosos de seus líderes, assim como a partir da bíblia.
Com isso, chega-se à compreensão de que seguir corretamente as escrituras, por exemplo, além de “salvar a alma”, também favorece benefícios materiais aqui na terra, como: riqueza e poder. Essa conduta, portanto, contribuiu para o desenvolvimento do capitalismo, conforme esse teórico.